sábado, 23 de agosto de 2014

ENSINO A DISTÂNCIA ATRAI CADA VEZ MAIS ALUNOS

Quinta-Feira, 21 de agosto de 2014

Com tantas opções para fazer uma graduação e pós-graduação em pleno século 21, só não estuda quem não quer. Além de facilidades como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que seleciona candidatos a instituições públicas, e o Programa Universidade para Todos (Prouni), que abre vagas para bolsistas em instituições particulares, hoje a Educação a Distância (EAD), que já completou 100 anos, tem um grande número de alunos. Ela é uma modalidade encontrada em muitas faculdades e universidades no Brasil, que possibilita o aluno fazer as aulas on-line e criar o seu próprio horário para estudar, pois as aulas são ministradas por meio da Internet, além de outras mídias, tudo para estar conectado com os professores. Além das aulas totalmente virtuais, há a modalidade semipresencial, que é voltada para aqueles que têm disponibilidade para frequentar o pólo de apoio presencial uma vez por semana, onde poderá desenvolver atividades programadas, realizar avaliações, além de se relacionar com outros estudantes da turma. Dados do Censo de Educação Superior, entre 2011 e 2012, dos quase 7 milhões de universitários brasileiros, mais de 15% estavam matriculados em cursos a distância.


Fonte: Mogi News

sábado, 16 de agosto de 2014

INSCRIÇÕES PARA AS BOLSAS REMANESCENTES DA SEGUNDA EDIÇÃO ESTARÃO ABERTAS NA SEGUNDA-FEIRA

As inscrições para as bolsas remanescentes do Programa Universidade para Todos (ProUni), edição deste segundo semestre, estarão abertas na segunda-feira, 18, exclusivamente pela internet. O prazo se estenderá até 7 de setembro ou 1º de dezembro próximos, de acordo com a situação do candidato.

Para concorrer às bolsas remanescentes, o estudante deve cumprir os requisitos estabelecidos pela Lei nº 11.096, de 13 de janeiro de 2005, e atender a uma das condições:

• Ter efetuado inscrição, em todas as suas opções, em cursos com registro de não formação de turma no processo seletivo regular do ProUni. Aquele que já estiver matriculado em curso da instituição na qual pretende concorrer à bolsa, tem prazo até 1º de dezembro. Quem não estiver matriculado, deve providenciar a inscrição até 7 de setembro.

• Ser professor da rede pública, no efetivo exercício do magistério da educação básica e integrar o quadro de pessoal permanente de instituição pública de ensino. O professor que se inscrever para bolsas em cursos de grau de licenciatura não precisa comprovar renda nem ter feito o ensino médio em escola pública ou ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Aquele que não estiver matriculado no curso oferecido pela instituição de ensino deve fazer a inscrição até 7 de setembro. Os já matriculados têm prazo até 1º de dezembro.

A partir do dia 20 próximo, estarão abertas também as inscrições para as bolsas remanescentes aos candidatos que tenham participado do Enem a partir da edição de 2010 e obtido, em uma mesma edição, no mínimo 450 pontos na média das notas das provas e nota na redação que não seja zero.

Também nesse caso, o prazo vai até 7 de setembro para os que não têm matrícula e 1º de dezembro para os já matriculados.

Todos os candidatos terão dois dias úteis, subsequentes ao da inscrição, para comprovar as informações na instituição de ensino na qual pretendem ingressar. A instituição terá o dia útil seguinte ao final do prazo de comparecimento do candidato para registrar o resultado da comprovação das informações no Sistema Informatizado do ProUni (SisproUni). Caso o estudante não compareça ou a instituição não registre o preenchimento da bolsa, a mesma voltará a ser oferecida pelo sistema.

As inscrições devem ser feitas na página do ProUni na internet. As novas regras para ocupação das vagas remanescentes constam do Edital nº 26/2014 da Secretaria de Educação Superior (Sesu) do Ministério da Educação, publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 15.

Assessoria de Comunicação Social

Confira a Lei nº 11.096, de 13 de janeiro de 2005


Palavras-chave: educação superior, bolsas, ProUni

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

OS 43 CURSOS A DISTÂNCIA (EAD) PAGOS COM BOA AVALIAÇÃO NO MEC

O e-MEC é um sistema eletrônico de acompanhamento dos processos que regulam a educação superior no Brasil. Todos os pedidos de credenciamento e recredenciamento de instituições de educação superior e de autorização, renovação e reconhecimento de cursos, além dos processos de aditamento, que são modificações de processos, serão feitos pelo e-MEC.
A relação abaixo apresenta os Cursos Pagos a Distância (EAD), oferecidos por instituições particulares, com avaliação CPC (Conceito Preliminar de Curso) de nota 5-Excelente ou 4-Muito Bom cadastrados no e-MEC. Apesar de pagos, os cursos tem exigência de pré-requisitos específicos para inscrição, verifique a lista abaixo com os links para cada instituição.
InstituiçãoNome do CursoGrauCCCPCENADE
UNOPARADMINISTRAÇÃOBacharelado-43
UNIPADMINISTRAÇÃOBacharelado-44
UCDBADMINISTRAÇÃOBacharelado-43
UCBADMINISTRAÇÃOBacharelado443
UNISULADMINISTRAÇÃOBacharelado-44
CESUMARADMINISTRAÇÃOBacharelado-43
COCADMINISTRAÇÃOBacharelado-45
AIECADMINISTRAÇÃOBacharelado-44
UNIS-MGADMINISTRAÇÃOBacharelado-45
CESUMARAGRONEGÓCIOTecnológico-44
UNOPARCIÊNCIAS CONTÁBEISBacharelado-44
UNIPCIÊNCIAS CONTÁBEISBacharelado-45
 UNIFACSCIÊNCIAS CONTÁBEISBacharelado-43
COCCIÊNCIAS CONTÁBEISBacharelado-44
ULBRACIÊNCIAS SOCIAISLicenciatura-44
ULBRACIÊNCIAS SOCIAISBacharelado-43
CEUCLARCOMPUTAÇÃOLicenciatura-43
UNIFACSCOMUNICAÇÃO E MKTBacharelado-44
UNIJUIEDUCAÇÃO FÍSICALicenciatura-44
UNISULFILOSOFIABacharelado-44
CEUCLARGEOGRAFIALicenciatura-44
UNITGEOGRAFIALicenciatura-43
UNIASSEL.GEOGRAFIALicenciatura-43
UNISULGESTÃO DE MICRO EMPRESASTecnológico-55
CEUCLARGESTÃO DE RHTecnológico-43
CESUMARGESTÃO DE RHTecnológico-43
UCBGESTÃO DE TURISMOTecnológico-43
UCBGESTÃO FINANCEIRATecnológico-43
UNISULGESTÃO FINANCEIRATecnológico-44
CESUMARGESTÃO FINANCEIRATecnológico-43
CEUCLARHISTÓRIALicenciatura-44
UNOPARHISTÓRIALicenciatura-43
PUC-RIOHISTÓRIALicenciatura-55
ULBRALETRASLicenciatura-44
CEUCLARLETRAS – PORTUGUÊSLicenciatura-43
ULBRALETRAS – PORTUGUÊSLicenciatura-42
CEUCLARPEDAGOGIALicenciatura-43
ULBRAPEDAGOGIALicenciatura-42
IAVMPEDAGOGIALicenciatura444
CEUCLARFORMAÇÃO DOCENTESLicenciatura-43
CEUCLARFORMAÇÃO DOCENTESLicenciatura-43
CEUCLARFORMAÇÃO MATEMÁT.Licenciatura-43
UNIGRANSERVIÇO SOCIALBacharelado-44

Em relação aos cursos, os indicadores informados são a nota do curso no Enade, o Conceito Preliminar de Curso (CPC) e o Conceito de Curso (CC):
•   Enade: o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes avalia o conhecimento dos alunos em relação ao conteúdo previsto nas diretrizes curriculares do respectivo curso de graduação, suas habilidades e competências. Participam do Exame os alunos ingressantes e concluintes dos cursos avaliados. Os resultados do Enade são considerados na composição de índices de qualidade relativos aos cursos e às instituições (como o CPC e o IGC).
•    CPC: é composto a partir dos resultados do Enade e por fatores que consideram a titulação dos professores, o percentual de docentes que cumprem regime parcial ou integral (não horistas), recursos didático-pedagógicos, infraestrutura e instalações físicas. O conceito, que vai de 1 a 5 (sendo 5 o valor máximo), é um indicador preliminar da situação dos cursos de graduação no país.
•    Conceito de Curso (CC): composto a partir da avaliação in loco do curso pelo MEC, pode confirmar ou modificar o CPC. A necessidade de avaliação in loco para a renovação do reconhecimento dos cursos é determinada pelo CPC: cursos que obtiverem CPC 1 e 2 serão automaticamente incluídos no cronograma de avaliação in loco.  Cursos com conceito igual ou maior que 3 podem optar por não receber a visita dos avaliadores e, assim, transformar o CPC (Conceito Preliminar de Curso) em CC, que é um conceito permanente.
Fonte: e-MEC Abr-13

OS 6 CURSOS ONLINE A DISTÂNCIA (EAD) COM AVALIAÇÃO EXCELENTE PELO MEC


01/03/2014 POR REDAÇÃO 1 COMENTÁRIO

A relação abaixo apresenta os Cursos a Distância (EAD), com avaliação CPC (Conceito Preliminar de Curso) de nota 5-Excelente cadastrados no MEC, de acordo com banco de dados publicado no e-MEC. Somente estes 6 cursos entre os mais de 1700 cursos EAD registrados no MEC receberam esta nota máxima. Os cursos tem pré-requisitos específicos para inscrição, verifique a lista dos melhores:


Instituição(IES)
Nome do Curso
Grau
UNB
Bacharelado
UFSCAR
Licenciatura
PUC-RIO
Licenciatura
UFF
Tecnológico
UFRGS
Licenciatura
UFSC
Bacharelado

Esta avaliação do MEC é feita a partir dos resultados do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes e por fatores que consideram a titulação dos professores, o percentual de docentes que cumprem regime parcial ou integral (não horistas), recursos didático-pedagógicos, infraestrutura e instalações físicas. O conceito, que vai de 1 a 5 (sendo 5 o valor máximo), é um indicador preliminar da situação dos cursos de graduação no país.

Fonte:e-MEC, 01/03/2014

sábado, 28 de junho de 2014

PLANO DE UNIDADE

Josuel de Souza Ferreira*

Atividade Integradora apresentado à disciplina de Estagio Supervisionado II, como forma de avaliação parcial do 5º período do curso de Licenciatura Português/Inglês, orientado pela Professora  Maria Rita. 


INTRODUÇÃO

Ao planejar buscamos o perfil do aluno que queremos formar. Através desse processo é que buscamos subsidiar a formação de profissionais que sejam intelectual competentes, capazes de lidar de forma crítica com as linguagens, nos contextos oral e escrito, conscientes de sua inserção na sociedade e das relações com o outro. Assim, o profissional de Língua deve ter domínio do uso das línguas portuguesa e inglesa em termos de sua estrutura, funcionamento e manifestações culturais, além de ter consciência das variedades lingüísticas e culturais. Deve ser capaz de refletir teoricamente sobre a linguagem, de fazer uso de novas tecnologias e de compreender sua formação profissional como processo contínuo, autônomo e permanente. O profissional deve, ainda, ter capacidade de reflexão crítica sobre temas e questões relativas aos conhecimentos lingüístico, literários e pedagógicos.

COMPETÊNCIAS

  • Assumir, através do domínio de técnicas pedagógicas, o papel de multiplicador, fomentando o surgimento do leitor crítico, em amplo sentido, e a transformação deste em produtor de textos;
  • Aplicar satisfatoriamente os conhecimentos da Língua Inglesa nas suas modalidades escrita e oral, em nível intermediário.
  • Dominar os fundamentos teóricos-metodológicos do ensino do inglês, como segunda língua, e também os métodos, as técnicas e atividades que possibilitem a aplicação de textos nas modalidades oral e escrita da língua.
  • Construir um repertório vasto da Literatura Inglesa, ampliando o horizonte de leituras para que possa identificar relações intertextuais com obras de literatura universal e perceba diferenças estruturais da Língua Inglesa nas produções dos diversos países.
  • Conhecer os fundamentos teórico-metodológicos de seleção, elaboração e organização do livro didático e paradidático, no ensino fundamental e médio para identificar as concepções de análise de registros e conteúdos que se desdobram nestas obras.

CONTEÚDOS

A PRÁXIS PEDAGÓGICA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA
Mudanças no Ensino de Língua Materna
Apropriação e domínio das modalidades oral e escrita da língua

A EXPRESSÃO LITERÁRIA COMO INSTRUMENTO DE ENSINO-APRENDIZAGEM
A redescoberta da Literatura Infanto-Juvenil e Adulta
Educação e literatura.

A LÍNGUA EM PERSPECTIVA SÓCIO-HISTÓRICA
Variação lingüística

CONSCIÊNCIA LINGÜÍSTICA DIANTE DA VARIAÇÃO E MUDANÇA
Variação e mudança versus norma-padrão e escola
A norma

A LÍNGUA ESCRITA E A LÍNGUA FALADA
Alguns elementos básicos da lingüística textual

O TEXTO: INSTRUMENTO DE INTERAÇÃO ENTRE FALANTES-OUVINTES-LEITORES-ESCRITORES.

PRÁTICA DE LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS

INTRODUÇÃO À MORFOLOGIA
Estrutura das palavras
Formação e Classes de palavras

INTRODUÇÃO À SINTAXE

O sintagma
A gramática Tradicional

HABILIDADES

Leitura e produção de textos de diferentes gêneros, com vistas à eficiência na comunicação em língua escrita.

JUSTIFICATIVA

Na medida em que o escritor-leitor desenvolve a prática de leitura e produção de textos de diferentes gêneros, ele aprimora a sua competência comunicativa, usando adequadamente a língua para produzir um efeito de sentido pretendido numa dada circunstância. Como nossos estudantes estarão, posteriormente, no exercício de sua profissão, contribuindo com a formação de outros indivíduos, compreende-se que o domínio dos recursos para leitura crítica e produção textual é necessidade indiscutível na formação deste futuro profissional.

OBJETIVOS

Objetivo Geral:

  • Conhecer e utilizar os conceitos básicos de leitura, língua, linguagem e signos lingüísticos verbais e não-verbais para interpretação e análise crítica dos discursos orais e escritos, nos diversos tipos e gêneros textuais, aprimorando a competência comunicativa nessa modalidade da língua, compreendendo-a como geradora de significação e integração da organização do mundo e da própria identidade, para expressão de suas idéias através de textos.
  • Vivenciar os fatos reais e tornar o aluno mais consciente com relação à estrutura morfológica e sintática da língua portuguesa.
  • Tornar o educando mais consciente a respeito do processo de produção, recepção e processamento de textos.
Objetivos Específicos:

  • Conhecer as concepções de leitura, bem como as diversas estratégias para ler, interpretar e analisar textos criticamente.
  • Compreender os elementos da textualidade para a produção de textos coerentes e coesos.
  • Reconhecer as características dos gêneros textuais científicos e literários, a fim de produzir textos em diferentes modalidades.
  • Ensinar o aluno a analisar a estrutura da língua portuguesa.
  • Relacionar o ensino de morfologia e sintaxe com a produção textual.
  • Pensar sobre a utilidade de estudar morfologia e sintaxe da língua portuguesa.
  • Fazer repensar o conceito de classes de palavras e funções sintáticas da língua portuguesa.
  • Torná-lo crítico e reflexivo no que se refere ao ensino tradicional do português.
  • Capacitá-lo a transformar a prática de ensino.
  • Conscientizar o aluno quanto aos fatores externos à língua e ao texto que influenciam na sua produção.
  • Instruí-lo sobre os elementos que constituem a textualidade.
  • Identificar o que é um texto e suas diversas formas, bem como os mecanismos de construção possíveis a cada tipo de texto.
  • Torná-lo crítico e reflexivo no que se refere ao ensino tradicional do português, principalmente redação.
  • Capacitá-lo a transformar a prática de ensino.

METODOLOGIA

O desenvolvimento desse plano contará com a utilização de diversas mídias que atuarão de modo integrado no sentido de favorecer as diferentes formas de aprendizagem. A disciplina e as outras áreas do será pautado na concepção colaborativa de aprendizagem, contando com aulas transmitidas por data-show, atividades realizadas no ambiente de sala de aula, estudos e atividades individuais desenvolvida pelo aluno de forma individual. O modelo sistematiza e acompanhamento individualizado e mediação tecnológica, será o cenário para o desenvolvimento da autonomia de aprendizagem e formação da atitude investigativa constante.

AVALIAÇÃO

  • Avaliação de cunho formativo que permite a o educador acompanhar e favorecer a aprendizagem discente.
  • Tendo como foco a aprendizagem do aluno e comprometendo-se com seu desempenho e construção do saber, nos valemos de diferentes instrumentos de avaliação, a saber:
  • Avaliação através de todos os materiais escritos;
  • Avaliação presencial realizada na durante o período com a finalidade de auxiliar na consolidação dos conhecimentos construídos pelos alunos e favorecer ao aluno um mecanismo de recuperação na disciplina.  

REFERÊNCIAS


CAMARA JR., Joaquim Mattoso. Estrutura da língua portuguesa. São Paulo: Editora Vozes, 2004.

CARONE, Flávia de Barros. Morfossintaxe. São Paulo: Editora Ática, 2004.

FARACO, C. A. & TEZZA, C. Oficina de texto. 8. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2003.

FÁVERO, Leonor. Coesão e coerência textuais. 2 ed. São Paulo: Ática, 1995.

FIORIN, José Luiz; SAVIOLLI, Francisco Platão. Lições de texto: leitura e redação. São

FÁVERO, L. L. e I. Koch. (1983). Lingüística Textual: Introdução. São Paulo, Cortez

KEHDI, Valter. Morfemas do português. São Paulo: Editora Ática, 1996.

MARCUSCHI, Luiz A .. Lingüística de Texto: o que é e como se faz. UFPE. 1983.


MUSSALIM, Fernanda; BENTES, Anna Christina (Org.). Introdução à lingüística 1: domínios e fronteiras. São Paulo: Cortez, 2001.

______________________________
*Graduando do curso de Tecnologia em Gestão Ambiental pela Universidade Estácio de Sá - UNESA (2014) e possui graduação em Licenciatura em Letras Português/Inglês duração plena pela FTC - Faculdade de Tecnologia e Ciências de Feira de Santana (2011), e Especialização em Administração Escolar, Supervisão e Orientação pela UNIASSELVI - Centro Universitário Leonardo da Vinci (2013).

VIVA O ENEM

Cláudia Schiedeck Soares de Souza*

A nova proposta do Ministério da Educação sobre a utilização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como forma unificada de ingresso às universidades repercute de forma bastante provocativa na sociedade brasileira. Talvez esse seja o primeiro mérito da proposta: colocar em discussão o acesso às Universidades Federais e, agora, também aos Institutos Federais. O novo Enem se apresenta e as pessoas começam a discutir, se mobilizar, se posicionar e questionar.

O cerne da proposta está na possibilidade de atingir um número maior de alunos e também facilitar o acesso às universidades públicas. Estamos falando em inclusão. Trabalhar com alunos que possuem todo o conhecimento é muito fácil. Por isso, muitos alunos que ingressam nas universidades públicas são oriundos de escolas privadas ou de cursinhos pré-vestibulares. O mais difícil é oferecer conhecimento àqueles que realmente não o tem. Esse deveria ser o papel de tais universidades. É claro que se pode entender que algumas delas, renomadas que são, tenham resistência à mudança, pois toda mudança desacomoda e nos confronta com o que estamos fazendo ao longo de anos.

Quem pode afirmar que os vestibulares tradicionais avaliam realmente o conhecimento dos nossos egressos do ensino médio? Existem dados confiáveis sobre isso? O vestibular é um teste padronizado, cujas questões, em muitos casos, estão longe de avaliar a real capacidade do aluno de resolver problemas. E ainda vou mais longe, acaba pautando o ensino. Como professores, somos obrigados a trabalhar com conteúdos e informações específicas que caem nas Universidades X e Y. Treinamos alunos para resolver questões objetivas e não para desenvolver raciocínio lógico.

Trabalhamos com informações, mas não fazemos nossos alunos produzirem conhecimento, o que é muito distinto. O novo Enem traz as duas coisas: a cobrança das informações, essencial, e uma nova formatação. Não se cobrará somente uma fórmula, mas o que esse aluno pode fazer com ela. Exemplo: um adolescente pode ler um mapa geográfico, perceber que ele é do Rio Grande do Sul, verificar onde estão os rios e os vales do estado. Contudo, se colocarmos como problema que ele encontre o caminho mais curto entre cidades do norte e do sul, provavelmente ele não conseguirá resolver, pois terá dificuldades em aplicar a informação e transformá-la em conhecimento.

O novo Enem não desmerece os profissionais que sempre se dedicaram à formulação de questões para os vestibulares. Muito pelo contrário: valoriza a profissão de professor que é a origem de todos eles, pois antes de serem formuladores de provas, eles são professores.

Nosso país carece de alunos com mais consistência e conhecimento. Não é o vestibular que deve trazer essa concepção, mas as licenciaturas que formam nossos professores. Antes de pensar nos vestibulares a academia precisa formar professores de qualidade. Se vestibular resolvesse essa questão, não teríamos avaliações tão baixas em exames internacionais. Portanto, viva o Enem, com sua nova concepção e com sua excelência.

*Reitora do Instituto Federal do Rio Grande do Sul

Fonte:http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/enemclaudia_140709.pdf 

domingo, 18 de maio de 2014

DIPLOMAÇÃO DO PRONATEC REÚNE 2.700 ALUNOS DA PARAÍBA E PIAUÍ

Sexta-feira, 16 de maio de 2014 - 17:43

Dilma lembrou aos formandos que o diploma do Pronatec “vai transformar o Brasil” (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)Dois mil e setecentos estudantes da Paraíba e do Piauí participaram nesta sexta-feira, 16, das cerimônias de formatura do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), que desde 2011 já atendeu mais de 6,9 milhões de brasileiros. A cerimônia contou com a presença da presidenta Dilma Rousseff e do ministro da Educação, Henrique Paim.


Em João Pessoa, a presidenta destacou que nenhum país se desenvolve sem ter técnicos. “Capacitar técnicos é importantíssimo para que o nosso país cresça", disse. “Qualquer um tem que valorizar esse diploma que vocês receberam. É ele que vai transformar o Brasil”, concluiu.

A Paraíba, desde 2011, realizou 171,9 mil matrículas pelo Pronatec; desse total, 70 foram para beneficiários do Bolsa-Formação. Nesse período foram investidos R$ 284 milhões no estado, por meio do Pronatec. Para o primeiro semestre de 2014, foram pactuadas mais de 25 mil vagas no estado – ofertadas conforme a demanda.

No Piauí, o ministro Henrique Paim destacou que o Pronatec permite oferecer ensino técnico e profissional de qualidade em todo o Brasil. “A educação é a base para que tenhamos um desenvolvimento sólido do país”, afirmou.

Desde a criação do Pronatec, o Piauí recebeu um investimento de mais de R$ 322 milhões. Houve mais de 154 mil matrículas; dessas, cerca de 50 mil foram registradas em Teresina. O estado pactuou 30 mil novas vagas para este primeiro semestre.

O Pronatec, criado em 2011, tem o objetivo de expandir, interiorizar e democratizar a educação profissional e tecnológica e, até o final de 2014, ofertar 8 milhões de vagas, totalizando um investimento de R$ 14 bilhões no período. O programa atingiu, até o momento, a marca de 6,9 milhões de brasileiros atendidos em mais de 3.800 municípios.

Assessoria de Comunicação Social


Palavras-chave: educação profissional, Pronatec

Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20432

  MESTRADO PROFISSIONAL CAPES aprova primeira proposta com parte do curso em EaD Projeto tem atividades presenciais e número adequado de alu...