domingo, 22 de fevereiro de 2015

APLB CORAÇÃO DE MARIA SINDICATO


Prezados Companheiros,

Boa-tarde

Nós, Diretoria da APLB- Núcleo de Coração de  Maria, solicitamos que divulguem a nossa situação financeira insustentável devido ao não repasse da Contribuição Sindical ao nosso Sindicato por parte da Prefeitura e da Previdência Própria do Município, deste setembro/2014 a janeiro/2015. Salientamos ainda que os descontos em folha dos Planos de Saúde e Odontológico dos inativos também estão sem repasse desde  set./2014 a  jan./2015.
Agradecemos,

A Diretoria - Coordenadora local - Vilma Pacheco

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

PISO NACIONAL DOS PROFESSORES AUMENTA 13,01% E SERÁ DE R$ 1.917,78

Do UOL*, em São Paulo06/01/201519h05 > Atualizada 08/01/201509h32

O MEC (Ministério da Educação) divulgou na noite desta terça-feira (6) o novo piso salarial dos professores, que será de R$ 1.917,78 --aumento de 13,01%. O valor já havia sido estimado pela CNM (Confederação Nacional de Municípios), com base nos critérios que têm sido adotados pelo MEC. O salário inicial dos professores de escola pública, com formação de nível médio, leva em conta uma jornada de trabalho de 40 horas semanais.

O valor entra em vigor nesta terça-feira e as secretarias municipais e estaduais têm este mês para se adequar ao reajuste, que deve ser pago em fevereiro. O novo valor foi apresentado após encontro entre o novo ministro da Educação, Cid Gomes, e representantes do Consed (Conselho Nacional de Secretários de Educação), da Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação) e da CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação).

De acordo com o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, o novo piso significará, no total, um aumento de cerca de R$ 7 bilhões nos gastos dos municípios. Para Roberto Leão, presidente da CNTE, o reajuste cumpre a lei, embora ainda não seja o "que consideramos melhor para os trabalhadores". Segundo ele, a Lei do Piso é "importantíssima para o cumprimento do PNE [Plano Nacional de Educação]". Uma das metas previstas no plano estabelece prazo de seis anos para equiparação do salário dos professores ao dos demais profissionais com escolaridade equivalente. Conforme Leão, o rendimento médio dos docentes representa aproximadamente 60% dos salários médios dos demais profissionais.

Para os municípios, o aumento, que tem sido praticado acima da inflação, representará custo maior com a folha e menos investimentos em reformas e infraestrutura das escolas, além de outros itens fundamentais à qualidade do ensino. "Com certeza, teremos municípios e estados com dificuldade", disse Cleuza Repulho, presidenta da Undime. "Precisaremos da regulamentação dos royalties do petróleo e do PNE em funcionamento para garantir novos recursos. A arrecadação dos estados e municípios foi menor que a esperada", acrescentou.


Segundo Cleuza, a entidade voltará a se reunir com o ministro até o fim do mês para cobrar maior participação da União nos gastos dos entes federativos com educação. Também pedirá a retomada do grupo de trabalho para revisão do reajuste do piso. A proposta da entidade é que o reajuste leve em consideração a variação do Fundeb e o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), estabelecendo novos salários intermediários às duas variações. "Entendemos que não é o que o professor precisa ganhar, mas agora não tem como ser um valor superior à inflação", concluiu Cleuza.

O piso dos professores passou de R$ 950, em 2009, para R$ 1.024,67, em 2010, e R$ 1.187,14, em 2011, conforme valores informados no site do MEC. Em 2012, o valor vigente era R$ 1.451; em 2013, passou para R$ 1.567; e, em 2014 foi reajustado para R$ 1.697,39. O maior reajuste foi 22,22%, em 2012. O piso nacional é regulamentado pela Lei nº 11.738/2008 e o reajuste anual reflete a variação do valor mínimo por aluno definido todo ano pelo Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

ERROS GRAMATICAIS COMUNS NA LÍNGUA PORTUGUESA - PARTE I

Por: Paula Perin dos Santos

Conceito de correção

Numa língua, existem vários modos de falar, determinados pela localização geográfica do falante, faixa etária, situação, nível de escolaridade, nível social dentre outros fatores. Dentre estes, existe um que se institui como língua-padrão, que corresponde ao modo de falar das pessoas de mais prestígio dentro do grupo social, quando usam a língua em situações formais.

A Gramática é fruto desta tentativa de sistematizar a língua padrão, estabelecendo normas daquilo que seria falar corretamente uma língua. Essas normas, instituídas pelo uso das pessoas de prestígio e explicitadas pela Gramática, estão sempre sujeitas a desvios em razão da heterogeneidade da fala, já que uma pessoa nunca fala do mesmo modo em todas as situações.

Conceituando correto e errado, neste contexto, temos:
  • Correto: é todo uso linguístico que segue as normas da língua-padrão;
  • Errado: é todo uso linguístico que não segue as normas impostas pela gramática.

Ainda que esses erros se situem nas mais diversas camadas da língua, em virtude de a Gramática Normativa não se basear nas situações de fala, é possível determinar alguns tipos que costumam ocorrer com mais frequência, tomando sempre por base a língua escrita.

1. Erros de grafia: ocorrem nas mais diversas construções. Exemplo: 
  • Comprei três quilos de mortandela. (mortadela)
  • Os partidos vivem a degladiar entre si. (digladiar)
  • O garoto foi pego roubando salchichas. Porisso, não deixe que tome conta do açougue. (salsichas / Por isso)

2. Erros de impropriedade vocabular: ocorrem quando se usa uma palavra em lugar de outra por falsa associação de sentido entre elas. Exemplo:
  • As lâmpadas florescentes são mais econômicas. (fluorescentes)
  • O criminoso foi pego em fragrante. (flagrante)
  • O negro tem sido muito descriminado neste país. (discriminado)

3. Erros de acentuação gráfica - ocorrem por dois motivos: Por desconhecimento das normas ortográficas vigentes. Exemplo:
  • Comprei na loja de conveniência vários ítens. (itens – sem acento)

Por desconhecimento da posição correta da sílaba tônica. Exemplo:
  • As rúbricas dos documentos eram falsas. (rubrica – paroxítona)

4. Erros no emprego da crase – ocorrem por dois motivos: Omitindo-se o acento em situações em que ocorre a crase. Exemplo:
  • O Projeto Mesa Brasil está promovendo uma campanha de ajuda as crianças vítimas da seca. (ajuda a quem? Às vítimas da seca)

Colocando o acento onde não ocorreu a crase. Exemplo:
  • Enviamos à V. Sª. o resultado das avaliações. (Vossa não admite artigo antes, portanto, o correto seria “a V. Sª.)

5. Erros de emprego dos pronomes: uso de um pronome com função de sujeito no lugar de um pronome com função de objeto e vice-versa.
  • Comprei este lindo relógio para mim usar no casamento. (para eu usar)
  • Comprei este lindo relógio para eu. (para mim)

 6. Erros de emprego de verbos - ocorrem em três casos: Na conjugação verbal. Exemplo:
  • A polícia militar não interviu a tempo de evitar o assassinato. (verbo intervir – composto: inter / vir – passado de vir, ele veio. Então o passado de intervir é interveio) 

No tempo verbal. Exemplo:
  •  Encontrei Alice no mesmo lugar que, anos antes, recebeu-me. (recebera)

 No modo verbal. Exemplo:
  •  Não estou certa de que essa decisão satisfaz a todos. (satisfaça)

7. Erros de morfologia em substantivos e adjetivos – ocorrem em dois casos:

No plural dos nomes compostos. Exemplo: 
  • Os dois páras-choques dos carros foram atingindo na colisão. (pára – verbo parar – não vai para o plural. O correto seria “pára-choques”)

No uso do gênero dos substantivos. Exemplo:
  • Mandei Larissa comprar uma guaraná na bodega. (um guaraná – palavra masculina)

8. Erros de regência verbal. Exemplos:
  •  As madeireiras estão visando o mercado externo. (visar, no sentido de ter em vista, pede preposição “a”. O correto seria “visando ao mercado”)
  • As crianças assistiam o desenho na televisão. (Assistir, no sentido de ver, presenciar, pede preposição “a”. O correto seria “assistiam ao desenho”)

9. Erros de concordância verbal e nominal. Exemplos:
  • Vamos esperar que V. Sª. manifeste vossa escolha. (o pronome de tratamento sempre concorda com a 3ª pessoa dos pronomes. O correto seria sua escolha)
  • Poderá ainda acontecer mais incentivos como esses. (Mais incentivos poderão acontecer)

10. Erros de colocação pronominal. Exemplo:
  • Enviaremos até a próxima semana os pedidos que encomendaram-nos. (nos encomendaram)


Fontes: http://www.infoescola.com/portugues/erros-gramaticais-comuns-na-lingua-portuguesa-parte-i/ / SAVIOLI, Francisco Platão. Gramática em 44 lições. 15 ed. São Paulo, Ática, 1989, p.422-4.


GOVERNO PUBLICA DECRETO QUE REAJUSTA SALÁRIO MÍNIMO PARA 2015

Do G1, em São Paulo

Salário mínimo passará de R$ 724 para R$ 788 em 1º de janeiro.

Decreto foi publicado no 'Diário Oficial da União' desta terça-feira (30). Foi publicado nesta terça-feira (30) no "Diário Oficial da União" decreto presidencial que reajusta o salário mínimo para R$ 788 a partir do dia 1º de janeiro de 2015. O novo valor representa reajuste de 8,8% sobre o salário mínimo atual, de R$ 724.

De acordo com o decreto, o valor diário do salário mínimo corresponderá a R$ 26,27 e o valor horário, a R$ 3,58. O valor do salário mínimo é calculado com base no percentual de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do ano retrasado mais a reposição da inflação do ano anterior pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Em agosto, quando foi apresentado o Projeto de Lei Orçamentária elaborado pelo governo, o salário mínimo determinado era de R$ 788,06. Segundo a assessoria da ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, na ocasião, o impacto do aumento do salário mínimo nas contas públicas, com o pagamento de benefícios, seria de R$ 22 bilhões em 2015.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/12/governo-publica-decreto-que-reajusta-salario-minimo-para-2015.html

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

SALÁRIO MÍNIMO: DEVE SER R$ 788,06, MAS PODERIA SER R$ 2.915,07

Redação

A ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, anunciou quinta-feira, dia 28, que o Projeto de Lei Orçamentária elaborado pelo governo prevê salário mínimo de R$ 788,06 a partir de 1º de janeiro de 2015. O valor representa um reajuste de 8,8% em relação aos atuais R$ 724.

Mas de acordo com cálculo do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o salário mínimo, no mês de julho, deveria ser R$ 2.915,07. Isto é, 3,6 vezes maior que o prometeu o Governo.

Belchior fez o anúncio após entregar o projeto da Lei Orçamentária ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Depois de ser entregue ao Congresso, o projeto passa pela análise da Câmara e do Senado e pode sofrer alterações antes de ser aprovado.

Segundo a assessoria da ministra, o impacto do aumento do salário mínimo nas contas públicas, com o pagamento de benefícios, será de R$ 22 bilhões em 2015.

COMO É CALCULADO?

Para o Governo, o valor do salário mínimo é calculado com base no percentual de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do ano retrasado mais a reposição da inflação do ano anterior pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

“O salário mínimo previsto no Orçamento para 2015, a partir de janeiro de 2015, será de R$ 788,06. É a regra que está estabelecida de valorização do salário mínimo”, disse a ministra do Planejamento ao deixar o gabinete do presidente do Senado. O valor é superior à previsão inicial, de R$ 779,79, divulgada em abril passado.

Já o Dieese leva em conta o cálculo com base no custo apurado para a cesta básica da cidade de São Paulo e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.

TRAMITAÇÃO NO CONGRESSO

A ministra Miriam Belchior pediu ao presidente do Senado uma “análise rápida” da proposta na Casa, de modo que seja aprovada até o final do ano, prazo que não precisa ser cumprido obrigatoriamente pelo Congresso Nacional. Ainda assim, Renan Calheiros confirmou que o parlamento deverá votar o Orçamento até o final do ano, apesar de o Legislativo estar em recesso branco devido ao período eleitoral.

"Esse é o desafio, votar o Orçamento até o final do ano. Vamos certamente ter um ano mais difícil em 2015 e é fundamental que tenhamos orçamento com começo, meio e fim, exequível, para que o país possa retomar a confiança. Vamos ter que otimizar o período que vai do final da eleição até o recesso do final do ano. Mas nós temos que entregar o Orçamento, esse é o dever fundamental do Legislativo", declarou o senador do PMDB após o encontro com a ministra do Planejamento.

Fonte: G1 / UOL / Dieese

sábado, 23 de agosto de 2014

ENSINO A DISTÂNCIA ATRAI CADA VEZ MAIS ALUNOS

Quinta-Feira, 21 de agosto de 2014

Com tantas opções para fazer uma graduação e pós-graduação em pleno século 21, só não estuda quem não quer. Além de facilidades como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que seleciona candidatos a instituições públicas, e o Programa Universidade para Todos (Prouni), que abre vagas para bolsistas em instituições particulares, hoje a Educação a Distância (EAD), que já completou 100 anos, tem um grande número de alunos. Ela é uma modalidade encontrada em muitas faculdades e universidades no Brasil, que possibilita o aluno fazer as aulas on-line e criar o seu próprio horário para estudar, pois as aulas são ministradas por meio da Internet, além de outras mídias, tudo para estar conectado com os professores. Além das aulas totalmente virtuais, há a modalidade semipresencial, que é voltada para aqueles que têm disponibilidade para frequentar o pólo de apoio presencial uma vez por semana, onde poderá desenvolver atividades programadas, realizar avaliações, além de se relacionar com outros estudantes da turma. Dados do Censo de Educação Superior, entre 2011 e 2012, dos quase 7 milhões de universitários brasileiros, mais de 15% estavam matriculados em cursos a distância.


Fonte: Mogi News

sábado, 16 de agosto de 2014

INSCRIÇÕES PARA AS BOLSAS REMANESCENTES DA SEGUNDA EDIÇÃO ESTARÃO ABERTAS NA SEGUNDA-FEIRA

As inscrições para as bolsas remanescentes do Programa Universidade para Todos (ProUni), edição deste segundo semestre, estarão abertas na segunda-feira, 18, exclusivamente pela internet. O prazo se estenderá até 7 de setembro ou 1º de dezembro próximos, de acordo com a situação do candidato.

Para concorrer às bolsas remanescentes, o estudante deve cumprir os requisitos estabelecidos pela Lei nº 11.096, de 13 de janeiro de 2005, e atender a uma das condições:

• Ter efetuado inscrição, em todas as suas opções, em cursos com registro de não formação de turma no processo seletivo regular do ProUni. Aquele que já estiver matriculado em curso da instituição na qual pretende concorrer à bolsa, tem prazo até 1º de dezembro. Quem não estiver matriculado, deve providenciar a inscrição até 7 de setembro.

• Ser professor da rede pública, no efetivo exercício do magistério da educação básica e integrar o quadro de pessoal permanente de instituição pública de ensino. O professor que se inscrever para bolsas em cursos de grau de licenciatura não precisa comprovar renda nem ter feito o ensino médio em escola pública ou ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Aquele que não estiver matriculado no curso oferecido pela instituição de ensino deve fazer a inscrição até 7 de setembro. Os já matriculados têm prazo até 1º de dezembro.

A partir do dia 20 próximo, estarão abertas também as inscrições para as bolsas remanescentes aos candidatos que tenham participado do Enem a partir da edição de 2010 e obtido, em uma mesma edição, no mínimo 450 pontos na média das notas das provas e nota na redação que não seja zero.

Também nesse caso, o prazo vai até 7 de setembro para os que não têm matrícula e 1º de dezembro para os já matriculados.

Todos os candidatos terão dois dias úteis, subsequentes ao da inscrição, para comprovar as informações na instituição de ensino na qual pretendem ingressar. A instituição terá o dia útil seguinte ao final do prazo de comparecimento do candidato para registrar o resultado da comprovação das informações no Sistema Informatizado do ProUni (SisproUni). Caso o estudante não compareça ou a instituição não registre o preenchimento da bolsa, a mesma voltará a ser oferecida pelo sistema.

As inscrições devem ser feitas na página do ProUni na internet. As novas regras para ocupação das vagas remanescentes constam do Edital nº 26/2014 da Secretaria de Educação Superior (Sesu) do Ministério da Educação, publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 15.

Assessoria de Comunicação Social

Confira a Lei nº 11.096, de 13 de janeiro de 2005


Palavras-chave: educação superior, bolsas, ProUni

  MESTRADO PROFISSIONAL CAPES aprova primeira proposta com parte do curso em EaD Projeto tem atividades presenciais e número adequado de alu...